Tudo começou com o filme francês de Luc Besson, Nikita – Criada Para Matar (1990), que gerou inúmeras versões, como o filme americano A Assassina (1993) e a série canadense La Femme Nikita. De todas as versões, a franquia do Canadá, de 1997 à 2001, foi a que teve maior sucesso, sendo uma das séries mais assistidas nas duas primeiras temporadas e arrebanhando fãs em todo mundo. Mas isso se deve a mão santa do produtor Jay Firestone (na época era o mago das séries que não tinham esperança nenhuma, mas emplacavam, como: Highlander, Robocop, Mutant X, Relic Hunter e Andromeda. Todas adaptações de filmes, quadrinhos e livros), formatado para a TV por Joel Surnow (que depois fez nascer Jack Bauer e o fenômeno 24 horas), ganhando vida pela modelo até então desconhecida Peta Wilson (no papel de Nikita) e o ator conhecido apenas no Canadá por filmes de baixos orçamento Roy Dupuis (no papel de Michael). A história e a química entre os personagens ajudaram a série, que mostrou um novo estilo de filmes de espionagem.
Toda matéria tem que ter isso, então vamos lá: